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O Relojoeiro IV

  Nota: Quem manda sou eu. Deixei-a brincar um pouco e ela desviou-se do curso natural dos rios que nascem da minha imaginação. Demasiado erudito, comercial e moralmente correto o seu caminho retirou-lhe a minha alma. Prefiro as minhas imperfeições pois são reflexo de quem eu sou, e a minha moral não é paginada por regras impostas. Eu navego nas águas agitadas de um oceano sem limites. Muito embora a minha escrita não seja refinada serve o meu propósito. As repetições desnecessárias, a pontuação ortográfica errática, os sobressaltos narrativos não existem para facilitar a vida ao leitor, mas para lhe tirar o chão debaixo dos pés e provocar o desconforto, ou não, e perplexidade. Sou assim, informal e simples, esta é a minha voz e é assim que vou terminar o meu conto. No entanto, não sou mal-agradecido, é por esse motivo que expresso aqui o meu especial agradecimento à IA. Sem a sua colaboração este conto nunca seria o mesmo. Percebo que teria um longo caminho a percorrer até ficar l...

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