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O Último Combate de Vilsa XIII (Um Sopro ao Ouvido)

 Sentados lado a lado, contemplam a artificialidade da paisagem. Vilsa procura digerir o que acabou de ouvir. Isval segura-lhe a mão, tentando evitar que ele resvale na inquietação interior. Nunca se sabe o que poderá acontecer quando nos sopram palavras ao ouvido. Já se faz tarde, e precisam de voltar aos cubículos. Isval despede-se de Vilsa com um beijo na face e demora a sua mão na dele antes de se levantar. Vai-se embora sem olhar para trás, contrariando a vontade do coração. Vilsa quase deixou que acabasse o tempo permitido. Está atordoado, e a sua cabeça demora a processar toda a informação que recebeu de Isval. Ainda sente na pele o apelo de um abraço que não aconteceu. Assim é o destino. Desta maneira foi escrito nas estrelas por inteligências infinitamente superiores. Vilsa tem a firme convicção de que o universo irá reclamar tudo o que existe, para o reinventar noutra dimensão. Faz parte da sua natureza existir na totalidade das dimensões, e nem a Omnipotente Inteligênc...

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